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The Libertine

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Ontem, estava revendo este filme. Ele é sujo, escuro e realístico, e também, óbvio cheio de furos que não tem conexão com a história. E o Depp… não é lá uma das suas melhores interpretações, o normal e realístico não combina com ele, só o estranho e esquisito. Mas a questão do filme, literalmente é:

Deve-se viver a vida até ao limite, correr o risco de a encurtar, ou deve-se vivê-la regradamente, racionalmente, sem rendição aos impulsos, alcançando uma idade avançada, mas com a possibilidade de chegar à conclusão de que não se viveu plenamente?

Mumford & Sons

Mumford and Sons

Existem aquelas bandas que estão aptas a entrarem na sua lista de bandas de cabeceira, ou seja, aquelas bandas que geralmente você ouve uma unica música e já se apaixona pelo resto de sua vida… que te faz virar fã, comprar CDs, DVDs e criar playlists com suas músicas para tocar no seu casamento. Tenho várias bandas de cabeceira e agora mais uma entra na lista… Mumford & Sons. Os motivos são claros… tocam bem ao vivo:

Suas letras saíram de clássicos literários, incluindo Shakespeare. Aliás o título do primeiro album da banda, “Sigh no More” foi tirado da peça “Muito barulho por nada”, uma das minhas, se não a minha peça preferida de Shakespeare…

e para finalizar… ninguém me tira da cabeça que a música “Nothing is Writen” é inspirada naquela cena maravilhosa do filme Lawrence da Árabia

” Na verdade, para alguns homens nada está escrito a menos que eles escrevam. ”
— Lawrence da Árabia

Doutor Jivago (2002)

doutor jivago

Há algum tempo atrás eu tinha comentado sobre o filme adaptado para TV, O Morro dos Ventos Uivantes (2009), que foi exibido pelo canal futura, e agora eu vou falar de outro filme adaptado para TV, Doutor Jivago (2002), baseado no romance de Boris Pasternak. Muitos podem dizer que o filme de 1965 é muito superior, e obviamente é, mas eu não vou discutir ou comparar a ambos porque seria desnecessário e sem sentido, na minha opinião. Eu gostei muito desta adaptação, aliás eu gosto muito das adaptações feitas pela HBO e também pela BBC, o filme é ótimo, atores ótimos e aquela sensação de tristeza o tempo todo ainda permanece ao ver o filme, afinal é um romance desesperadamente triste, mas apesar de tudo, uma obra prima. Eu particularmente odeio finais infelizes, realistas demais, eu gosto de usar os livros ou filmes como uma válvula de escape para minha real life… então filmes ou livros assim me deixam no mínimo depressiva, mas mesmo assim não consigo parar de ver ou ler, a curiosidade humana sempre vence no final das contas, e além de tudo é um romance histórico, e eu amo romances históricos. Voltando ao filme, gostei muito do Hans Matheson como Jivago e mais ainda do Sam Neil como Victor, minha vontade era de ver este último morrer lenta e dolorosamente o filme todo… achei a Keira, ela mesma, a Knightley, meio fraquinha, mas no fim ela conseguiu passar bem o que a Lara representava. Para quem não conhece a história, vale a pena conhecer. Continue Lendo →

O Morro dos Ventos Uivantes (2009)

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Ontem já passada as onze horas da noite, num momento de puro ócio aonde você fica mudando os canais através do controle remoto da tv, procurando por algo útil ou que te chame atenção, acabei econtrando algo. O canal futura estava exibindo O Morro dos Ventos Uivantes, a adaptação para a TV (2009).
Para minha sorte o filme tinha acabado de começar. A primeira adaptação de Wuthering Heights que assisti foi aquela do Ralph Fiennes e vou te contar que não gostei, mas esta adaptação para a tv foi maravilhosa. Tom Hardy, no papel de Heathcliff, estava perfeito, sombrio e apaixonado como o personagem é. A quimíca entre os atores estava ótima, a atriz que faz a Cathy me fez gostar muito da personagem, pela primeira vez. Essa adaptação atual é uma que faz jus ao romance. A foto abaixo é uma outra adaptação, a de 1939 com Laurence Olivier no papel de Heathcliff, e vou confessar que adoro essa imagem, com do olhar perdido da Kate.